Perguntas frequentes

Hardware, software e serviços (5)


O Microsoft Windows CE é uma plataforma de sistema operacional para uma ampla gama de dispositivos de comunicações, entretenimento e computação móvel. É um sistema operacional novo e compacto feito sob medida para explorar a capacidade mais limitada dos dispositivos portáteis. É também utilizado em dispositivos de comunicação sem fio como telefones celulares inteligentes, consoles de última geração para entretenimento e multimídia e dispositivos de acesso à Internet.
O Windows CE é um sistema operacional de 32 bits, multitarefa que tem uma estrutura de arquitetura aberta e que dá suporte a uma variedade de dispositivos. Foi desenhado para oferecer alta performance em equipamentos compactos e de pouca quantidade de memória e é compatível com os principais hardwares do mercado, tais como modem cards, flash cards, color digital camera card, cabos de saída VGA, entre outros


• Verificando se a instalação elétrica está de acordo com as orientações de aterramento contra descargas atmosféricas previstas na norma NBR 5419/93;
• Utilizar aparelhos de proteção devidamente aterrados;
• Seguir as orientações dos manuais do fabricante do equipamento eletrônico;
• Manter a rede elétrica equalizada (1 terra).


O Smart Card (cartão inteligente) é uma tecnologia mais nova e diferencia-se dos cartões magnéticos comuns pela capacidade de armazenagem e pela confiabilidade oferecidas. Podem armazenar informações e créditos para utilização em transações comerciais.

Existem diversos modelos de cartões smart card, e trabalham com pelo menos um nível de senha, o que já o torna inúmeras vezes mais confiável que os cartões magnéticos. A comunicação com o leitor nos cartões smart é feita através dos contatos existentes em sua superfície. Entre outras aplicações pode ser utilizado na fidelização de clientes, cartões de descontos, onde um cartão inteligente se faz necessário. Este cartão vem com um chip interno onde podemos gravar e desgravar créditos. Ele é bem parecido com o cartão telefônico que compramos com créditos e conforme usamos vamos amortizando este credito. Já o cartão magnético não tem memória própria. Nele apenas podemos gravar informações de um determinado código ou cliente.

O cartão de código de barras protegido é bastante utilizado em crachás de controle de acesso a áreas restritas e para controle de ponto de funcionários. Ele contém uma tarja escura sobre o código de barras que impede sua visualização, a reprodução em copiadoras e a leitura por leitores convencionais.

O cartão de código de barras desprotegido é um cartão comum, normalmente utilizado em ambientes fechados (sem acesso à copiadoras) e com ciclos de utilização curtos ou controlados. É um tipo bastante utilizado no controle de consumo em padarias e em casas noturnas.

O leitor infra-red é capaz de ler códigos de barras mesmo protegidos (recobertos por um filme especial escuro). O uso desse filme de proteção impede a duplicação dos códigos de barras por cópia xerox ou similar. O leitor do tipo red (luz visível vermelha) só é capaz de ler códigos de barras visíveis, sem a tarja de proteção.

Soluções (7)


Os tipos de equipamentos estão previstos no Parágrafo Único, da Cláusula Segunda do Convênio ICMS 85:

Parágrafo único. O ECF compreende três tipos de equipamento:

  1. Emissor de Cupom Fiscal - Máquina Registradora (ECF-MR) : ECF com funcionamento independente de programa aplicativo externo, de uso específico, dotado de teclado e mostrador próprios;
  2. Emissor de Cupom Fiscal - Impressora Fiscal (ECF-IF) : ECF implementado na forma de impressora com finalidade específica, que recebe comandos de computador externo;
  3. Emissor de Cupom Fiscal - Terminal Ponto de Venda (ECF-PDV) : ECF que reúne em um sistema único o equivalente a um ECF-IF e o computador que lhe envia comandos.
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A obrigatoriedade consta expressamente da Cláusula 87ª (Octogésima Sétima), do Convênio ICMS atual, conforme segue:

Cláusula 87 - A impressão de Comprovante de Crédito ou Débito referente ao pagamento efetuado por meio de cartão de crédito ou de débito, realizado por meio de transferência eletrônica de dados, deverá ocorrer obrigatoriamente no ECF, vedada a utilização, no estabelecimento do contribuinte, de equipamento do tipo Point Of Sale (POS) , ou qualquer outro, que possua recursos que possibilitem ao contribuinte usuário a não emissão do comprovante.

Parágrafo 1º: É vedada, também, a utilização de equipamento para transmissão eletrônica de dados:

  1. que possua circuito eletrônico para controle de mecanismo impressor;
  2. capaz de capturar assinaturas digitalizadas que possibilite o armazenamento e a transmissão de cupons de venda ou comprovantes de pagamento, em formato digital, por meio de redes de comunicação de dados sem a correspondente emissão, pelo ECF, dos comprovantes referidos no "caput" desta cláusula.

Parágrafo 2º: A operação de pagamento efetuado por meio de cartão de crédito ou de débito não deverá ser concretizada sem que a impressão do comprovante tenha sido realizada no ECF.

 

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A automação comercial abrange as operações de frente-de-caixa, e também as operações de retaguarda.

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O ECF - Emissor de Cupom Fiscal poderá emitir os seguintes documentos:
• leitura da memória fiscal;
• redução "z";
• leitura "x"; - cupom fiscal;
• cupom fiscal específico para registro de prestação de serviço de transporte de passageiro;
• nota fiscal de venda a consumidor;
• mapa resumo de viagem (para prestação de serviço de transporte de passageiros);
• registro de venda;
• conferência de mesa;
• bilhetes de passagem rodoviário, aqüaviário e ferroviário;
• comprovante de crédito ou débito;
• comprovante não-fiscal;
• comprovante não-fiscal cancelamento;
• relatório gerencial;
• fita-detalhe em ECF com memória de fita-detalhe (impressora fiscal térmica).

 

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ECF - Emissor de Cupom Fiscal: É o equipamento de automação comercial com capacidade para emitir documentos fiscais e realizar controles de natureza fiscal, referentes a operações de circulação de mercadorias ou a prestações de serviços. São 3 tipos de equipamentos ECF:
ECF-MR (Máquina Registradora);
ECF-IF (Impressora Fiscal);
ECF-PDV (Terminal Ponto de Venda).

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A automação comercial proporciona ganhos de operação e gestão contribuindo decisivamente para que as empresas comerciais conquistem e mantenham seus clientes incrementando seus lucros. A fidelização da clientela pela melhoria, padronização e ao mesmo tempo, percepção do atendimento individualizado.

A automação comercial oferece a racionalização dos processos: eliminação de tarefas repetitivas; minimiza erros em controles manuais; melhora o atendimento ao cliente interno e externo devido a alta qualidade e rapidez nas operações; além de permitir o aproveitamento das informações em tempo adequado para a tomada de decisão.

Entre os ganhos de operação estão: A redução no tempo de atendimento ao cliente, segurança e rapidez na liberação de cheques e cartões de crédito, negociação de preços ou prazos com os fornecedores, agilidade na devolução e troca de produtos, redução de erros por conta da captação, processamento e uso de informações confiáveis e baratas e eliminação de transcrições. Um ponto importante da automação comercial é a eliminação de atividades que não agregam valor para o consumidor, ou seja, atividades que representam custos adicionais para o lojista, mas que o cliente não percebe como um serviço importante para ele. Esse é o caso muito comum das tarefas burocráticas e administrativas, que representam despesas para o comerciante e não acrescentam nada para a clientela.

Como ganhos de gestão a comunicação ágil e segura com fornecedores via EDI, a facilidade para a apuração de margens, giro de estoque, descontos, segurança e rapidez no inventário de mercadorias e no controle físico e financeiro dos estoques, redução dos custos, aumento da segurança e maior eficiência na administração do fluxo de caixa, apuração correta de impostos e maior eficiência no planejamento tributário.

Resumidamente, através da automação comercial o lojista pode obter lucros adicionais e cativar a clientela frente a notável melhoria na qualidade nos serviços prestados.

Veja outros resultados obtidos:

Operação
• redução dos custos de atendimento, logística e compras;
• redução no tempo de atendimento ao cliente;
• melhor serviço para os clientes, através da emissão de cupons fiscais discriminando os produtos comprados, exibição clara e correta de preços e condições, etc.;
• segurança e rapidez na liberação de cheques e cartões de crédito, na concessão de crédito e na negociação de preços ou prazos;
• segurança e agilidade na devolução e troca de produtos;
• redução de erros por conta da captação automática de dados e do uso de fontes cadastrais únicas e da monitoração do trabalho humano;
• eficiência em serviços tais como entrega domiciliar e venda por encomenda;
• redução da papelada.

Gestão
• comunicação ágil e segura com fornecedores via EDI;
• facilidade para a apuração de margens, giro de estoque, descontos, no mais baixo nível de detalhe possível (por item) até os mais diversos resumos agregados, como por departamentos, grupos ou categorias de produtos, de compradores ou grupo de compradores;
• segurança e rapidez no inventário de mercadorias e no controle físico e financeiro dos estoques;
• redução dos custos, aumento da segurança e agilidade da contabilização;
• maior eficiência na administração do fluxo de caixa;
• agilidade na avaliação de risco de crédito, inadimplência, etc.

Conformidades Legais
• apuração correta de impostos;
• representação segura das operações perante o fisco;
• redução dos custos de apuração e controle de tributos;
• maior eficiência no planejamento tributário.

 

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A automação comercial consiste na informatização e integração de todas as operações internas de uma empresa comercial, bem como na integração desses processos internos com o mundo externo - fornecedores, bancos, serviços de proteção ao crédito, operadoras de cartão de crédito, e até mesmo com os consumidores.

A automação começa com a implantação de equipamentos, e a substituição dos procedimentos e rotinas manuais por informatizados, até chegar à utilização de ferramentas que possibilitam um maior controle e uma melhor gestão do negócio, obtendo maior rentabilidade e competitividade.

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Tecnologias (7)

TEF é a sigla para Transferência Eletrônica de Fundos, e possui dois tipos:

TEF DEDICADO é uma tecnologia que permite a comunicação permanente através de uma linha “dedicada” entre o estabelecimento comercial e as Administradoras de cartões, o que torna possível realizar vendas usando Cartões de Créditos, Cartões de Débitos, Garantia de Cheques, etc. Possui redundância.
Uso preferencial para:

Ø  Médios e Grandes Estabelecimento

Ø  Intensa Movimentação de TEF

Ø  Investimento representativo

TEF DISCADO: à cada transação é feita uma “discagem” telefônica que colocará os sistemas do estabelecimento comercial e da Administradoras em contato para executarem a operação do TEF.  É Feito através de linha telefônica. Não possui redundância.
Uso preferencial para:

Ø  Pequenos e Médios Estabelecimentos

Ø  Movimentação de TEF relativamente pequena

Ø  Investimento pequeno

 

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O sistema de RFID pode ser utilizado em pessoas, lugares, objetos e animais. Entre as principais aplicações desta tecnologia, podemos citar:
• Identificação de veículos e containeres;
• Rastreabilidade de produtos;
• Controle de bagagens em aeroportos;
• Rastreamento de animais; - Identificação de Ferramentas;
• Identificação de pallets;
• Linhas de produção automatizadas;
• Controle de acesso;
• Cobrança de tarifas de Pedágio;
• Ambientes hostis (pintura industrial, lubrificação, outros);
• Identificação de Ativos e Patrimônio;
• Equipamentos de Locação;
• Áreas da Saúde;
• Check out;
• Lavanderias Industriais;
• Controle de Tráfego de Veículo.

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A tecnologia de RFID não tem a pretensão de substituir o código de barras em todas as suas aplicações. A RFID deve ser vista como um método adicional de identificação automática, utilizado em aplicações onde o código de barras e outras tecnologias não atendam a todas as necessidades, e ainda pode ser usada sozinha ou em conjunto com algum outro método.

Cada tipo de identificação tem suas vantagens, e o que precisamos é saber aproveitar os melhores benefícios de cada tecnologia para montar uma solução ideal.

Os benefícios primários de RFID são: a eliminação de erros de escrita e leitura de dados, coleta de dados de forma mais rápida e automática, redução de processamento de dados e maior segurança. Quanto às vantagens da RFID em relação à outras tecnologias, temos: operação segura em ambiente severo (lugares úmidos, molhados, sujos, corrosivos, altas temperaturas, baixas temperaturas, vibração, choques), operação sem contato e sem necessidade de visada direta e grande variedade de formatos e tamanhos

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RFID - Radio Frequence Identification - Identificação por Rádio Freqüência.

É a tecnologia de identificação automática composta por um equipamento leitor/gravador RF e por TAG´s ou Transponders que são fixados nos itens que se quer rastrear/identificar: pallet, container, cilindro de gás, caixa, veículo, outros volumes.

Geralmente o TAG (formado por um chip e uma antena encapsulados juntos) é instalado no item e contém um código de identificação único gravado no chip.

O leitor/gravador é composto por um sistema RF e antena que emite ondas eletromagnéticas de Rádio que ao atingir o TAG energiza o circuito do chip que ´responde´ para a antena do leitor com o código, ou outras informações, nele previamente gravados.

O RFID permite a identificação de itens à uma certa distância sem linha de visada entre o leitor e o TAG.

Alguns leitores RFID são capazes de ler TAG´s à distâncias que variam de 60cm até 5m.

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As principais versões do código RSS são:

• RSS-14: este símbolo linear compacto codifica um GTIN (Global Trade Item Number, ou número global de item comercial de 14 dígitos) e, opcionalmente, um código indicando uma ligação com o símbolo bidimensional que transporta informações suplementares.
• RSS-14 stacked (empilhado): esta versão da simbologia RSS codifica o GTIN de 14 dígitos. Apresenta-se em dois segmentos de "fileiras". Esse perfil lhe possibilita um uso mais favorável do espaço disponível.
• RSS-14 Limited (limitado): esta versão codifica os 14 dígitos com a restrição de que o primeiro dígito (número indicador, também conhecido por variante logística) possui o valor de "1" ou "0". Consequentemente, não poderá codificar a extensão total dos 14 números EAN/UCC. No entanto ele dá suporte aos números EAN/UCC-8, UCC-12 e EAN/UCC-13.
• RSS Expanded (expandido): a versão RSS Expanded codifica até 72 caracteres numéricos ou 42 alfabéticos. O símbolo codifica o GTIN, ou outro número de identificação EAN/UCC, além dos dados adicionais, quando requerido.

 

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A simbologia de espaço reduzido - RSS - Reduced Space Symbology - é uma família de códigos de barras lineares capaz de codificar o número do item comercial global EAN/UCC de 14 dígitos. O RSS visa trazer os benefícios de uma identificação completa do produto, bem como outras aplicações, na cadeia de abastecimento, quando o que tiver que ser identificado tiver espaço restrito e as simbologias lineares existentes não puderem ser normalmente utilizadas.

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As impressoras de etiquetas conhecidas como impressoras térmicas, possuem um sistema de impressão por meio de aquecimento de uma cabeça de impressão, controlado por um microprocessador.

Na impressão térmica (ou térmica direta) o papel utilizado é um papel termo-sensível ao calor. Na termo-transferência é utilizada uma fita "ribbon", dispensando o uso de papel térmico. O calor gerado aquece o "ribbon" que transfere a imagem para o papel comum. As impressoras de etiquetas por termo-transferência são capazes de imprimir por esses dois processos. As impressoras térmicas diretas, por sua vez, são utilizadas apenas para impressão em papel termo-sensível.

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Wireless (8)

PANPersonal Area Networks são baseadas em uma especificação global chamada Bluetooth, a qual utiliza a tecnologia de rádio freqüência para transmitir voz e dados. Este tipo de sistema de transmissão de dados possui uma área de abrangência limitada. Essas redes terão a principal funcionalidade de substituir os periféricos ligados ao computador.WANWide Area Networks utilizam sistemas de telefones móveis digitais para transmitir dados e informações de qualquer localidade.LANAs redes locais sem fio (WLANs) constituem-se como uma alternativa às redes convencionais com fio, fornecendo as mesmas funcionalidades, mas de forma flexível, de fácil configuração e com boa conectividade em áreas prediais ou de campus. Dependendo da tecnologia utilizada - rádio freqüência ou infravermelho, e do receptor, as rede WLANs podem atingir distâncias de até 40 quilômetros. Sendo assim, as WLANs combinam a mobilidade do usuário com a conectividade a velocidades elevadas de até 11 Mbps, em alguns casos. Atualmente, as WLAN´s encontram-se padronizadas internacionalmente pelo protocolo 802.11, acordado pela IEEE junto aos fabricantes. Para as soluções que adotam este padrão dá-se o nome de WI - FI (Wireless Fidelity).

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O padrão 802.11b (2,4Ghz) é uma realidade e está cada vez mais popular, enquanto que o 802.11a (5,6Ghz) está em sua fase inicial. Hoje é possível atender a quase todas as necessidades com o padrão 802.11b, haja visto a VoIP, que, quando se tem uma rede bem projetada pode-se obter resultados excelentes com telefones IP Wireless. O padrão 802.11a opera, em velocidade de 54Mbps em 5,6Ghz, que apesar da vantagem de operar numa faixa de freqüências pouco congestionada, não permite a compatibilidade com o padrão 802.11b (2,4Ghz). A criação do padrão 802.11g (2,4Ghz) parece estar ganhando terreno já que também oferece velocidade de 54Mbps mantendo compatibilidade com o padrão 802.11b.

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O IEEE, sob o número 802.11, padronizou os dois conceitos de transmissão de dados dentro da tecnologia Spread Spectrum. Apesar de FH (Frequency Hopping) e DS (Direct Sequence) estarem padronizados, existe algumas diferenças entre eles. O IEEE, buscando um aumento na taxa de transmissão, criou o padrão 802.11b, onde determina uma taxa de transmissão de até 11 Mbps, que só pode ser conseguido com a tecnologia DS.

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Não é recomendado. Alguns fabricantes implementam recursos nos pontos de acesso onde estes trocam informações entre si (IAPP-Inter Access Point Protocol), agilizando a comunicação dos equipamentos que estão conectados a eles. Esta troca de informações entre os pontos de acesso só é possível se o equipamento for do mesmo fabricante, pois estes recursos do IAPP não estão descritos nas normas de padronização da IEEE.

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Os equipamentos que operam dentro da norma IEEE 802.11b (11Mbps) e IEEE 802.11g (54Mbps) utilizam-se da faixa de freqüência de 2,4 GHz. Antes de termos este padrão estabelecido, muitos fabricantes já operavam na faixa de freqüência de 2,4 GHz, mas fazendo uso de protocolos proprietários. Portanto equipamentos IEEE 802.11 não estão necessariamente dentro da norma.

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O padrão 802.11 foi desenvolvido pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronics Engineers) para redes locais sem fio (WLANs). O propósito desta norma é desenvolver um padrão para prover um "Medium Access Control" (MAC) e uma Camada Física específica para conexões sem fio com estações de trabalho fixas ou móveis dentro de uma rede local. Este padrão define os tipos de protocolos necessários para que haja uma interoperabilidade entre equipamentos para rede sem fio de fabricantes diferentes.

O padrão 802.11 pode ser comparado aos padrões de rede de local cabeada 802.3 e 802.5 para Ethernet e Token-Ring. Com estes padrões é possível trabalhar com vários equipamentos de diferentes fabricantes e com grande eficiência. Esta comparação leva em consideração as diferenças entre rede com e sem fio, tais como, largura de banda, segurança, endereçamento etc.

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• Conforme padronização da IEEE 802.11b, 2,4Ghz, atinge-se até 11 Mbps;
• Conforme padronização da IEEE 802.11g, 2,4Ghz, atinge-se até 54 Mbps;
• Conforme padronização da IEEE 802.11a, 5,6Ghz, atinge-se até 54 Mbps.

 

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A norma IEEE 802.11 prevê o Service Set Identification (SSID ou ESSID) e a criptografia das informações trafegadas pelos sinais de rádio, que podem ser de até 128 bits (WEP). As redes wireless Cisco, por exemplo, já opera dentro do padrão IEEE 802.1x Extensible Authorization Protocol (EAP) de segurança que, em conjunto com o Servidor RADIUS (autenticação), possibilita alto nível de segurança.

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